segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Como diz o Charlie, da série Two and a Half Men


Homens adoram desafios. Como diz o Charlie, da série Two and a Half Men, algumas mulheres são como o Monte Everest: quanto mais difícil, melhor a sensação de chegar ao topo. Mas qual a graça de passar 2 meses sentado lá em cima? Muito mais interessante seria descer e procurar outras aventuras. Além do sexo, o fator importante nesse caso é a necessidade de auto-afirmação e o desejo de poder – ambos saciados pelo ato da conquista. Para a mulher não há muito o que fazer, pois este homem terá de bater muita cabeça até se livrar da necessidade de auto-afirmação ou até aumentar a dificuldade de seu desafio. Conquistar várias garotas é fácil! Tente deixar apenas uma mulher feliz e arranjará aventura para a vida toda.

Essa coisa inexplicável que nos faz querer ficar grudados ao outro, ela é o início de tudo e pode também ser o fim. Depois da primeira noite, contamos empolgados a todos: “Rolou uma puta química!”. No entanto, isso pode não ser uma boa coisa. Do mesmo modo que não sabemos de onde a conexão vem, não vamos sequer notar seu gradual desaparecimento. Poucos são os homens (e mulheres) com a habilidade de construir a paixão, fazer nascer a química, e assim conseguir alimentá-la e sustentá-la. Na maioria dos casos, somos passivos a tudo o que nos acontece. Apenas reagimos e respondemos de modo previsível: nos alegramos no início e nos deprimimos ao fim. O amor pede uma postura ativa. Somos co-autores (não vítimas) de tudo o que nos acontece. Nossas vidas são obras de arte coletivas: hipertextos, filmes, canções, telas, esculturas, fotografias de nós mesmos, por nós mesmos."

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